Cirurgias que façam com que pacientes cegos ou com graus elevados de problemas oftalmológicos enxerguem normalmente é um sonho antigo da medicina – e a robótica pode ser a parceira perfeita para que ele finalmente seja realizado, mesmo que lentamente. A novidade da vez é um protótipo de olho biônico que pode começar a ser usado já no ano que vem.
Trata-se de um implante que, por enquanto, deve servir principalmente para quem sofre de retinite pigmentosa, uma anomalia genética que causa a perda gradual da visão e problemas na percepção das cores.
O funcionamento é um pouco complexo e começa fora do implante: uma câmera captura as imagens e as transmite para uma unidade de processamento externo, como um smartphone. A partir daí, um receptor transmite as imagens para a retina biônica, que se comunica com o cérebro para, enfim, formar a projeção em seu olho.




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