A aquisição do Instagram pelo Facebook anunciada pela gigante rede
social na segunda-feira vai render bons e inesperados frutos para os
fundadores da start-up que tem apenas dois anos e foi vendida por US$ 1
bilhão. Para quem não sabe o Instagram foi vendido recentemente para o Facebook, trata-se de um aplicativo de fotos para Ipad, Iphone e Itouch onde o usuário pode tirar a foto pela câmera do celular, editá-la e mandá-la diretamente para as redes sociais em questão de poucos minutos.
De acordo com a revista "
Wired",
Kevin Systrom que é presidente-executivo tem 40% do Instagram e deve
receber US$ 400 milhões pela venda. Já o brasileiro e cofundador do
software Mike Krieger tem uma participação de 10%, o que lhe dá o
direito a US$ 100 milhões pelo negócio.
Citando fontes anônimas e próximas à companhia, a reportagem afirma
que o fundo de capital de risco Benchmark Capital, que fez o primeiro
investimento na empresa em 2011, tem uma participação de 18% - o que lhe
garante uma compensação de US$ 180 milhões. Outros fundos como
Andreessen Horowitz e Baseline Ventures têm, cada um, uma participação
de 10% e receberão US$ 200 milhões juntos pela venda.
Os outros
12% restantes serão divididos entre os 13 funcionários da Instagram,
totalizando quase US$ 100 milhões. Segundo pessoas ouvidas pela revista,
os valores são aproximados.
Lançado em outubro de 2010 apenas
para iOS (iPhone, iPad e iPod Touch), o Instagram ganhou uma versão
Android que superou os cinco milhões de dowloads em apenas seis dias
após o seu lançamento na Google Play - e hoje conta com mais de 30
milhões de usuários iOS e Android.
“Quando crianças adorávamos
como as velhas Polaroid eram anunciadas como instantâneas. Sentíamos
também que as fotos que as pessoas tiravam eram como telegramas que
podiam ser enviados a outras pessoas”, disse Krieger em um texto no site
oficial do Instagram. “Combinamos o ‘instantâneo’ com o ‘telegrama’ e
criamos o Instagram”, explicou.
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