A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) anunciou, em dezembro do ano
passado, o desenvolvimento de um motor híbrido de quatro cilindros turbo
previsto para a temporada de 2013 da Fórmula 1. O equipamento faz parte de um
novo sistema para que os carros da categoria se tornem mais “verdes”, ou seja,
menos agressivos à natureza.
O motor de 1,6 litros, que combina o uso de combustível e energia
elétrica, deve reduzir o consumo de combustíveis à base de petróleo e a emissão
de dióxido de carbono. A barulheira dos potentes carros também deve diminuir
consideravelmente.
Para Bernie Ecclestone (CEO da Formula One Management e da Formula One
Administration) e Luca di Montezemolo (presidente da Ferrari), por “calar” o
ronco dos motores, o projeto do equipamento híbrido deve tirar a emoção das
corridas e alienar os fãs da categoria.
Por outro lado, Adam Parr, CEO da equipe Williams, defende a tecnologia:
“"A Fórmula 1 é basicamente definida por sua tecnologia e constante
reinvenção de si mesma, seja na lateral do chassi ou do lado do motor, é
fundamental para a natureza do esporte", comentou Parr.
Segundo o presidente da equipe britânica, o sistema de recuperação de energia
cinética utilizado atualmente será quatro vezes mais potente e ajudará na
alimentação do novo motor. O equipamento em desenvolvimento será capaz de
produzir, com seus quatro cilindros, mais de 800 HP de potência.




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